Mira e Anda - Drágeas Psicológicas. - iluminação Moisez Vasconcellos.

Espetáculo de Dança com elo de comunicação entre a emoção, corpo e

na dramaturgia dos contos da psicóloga Ana Virgínia Almeida Queiroz e coreografia contemporânea de Reginaldo Moreira.

O texto intitulado "Tirando a poeira debaixo do tapete", falava sobre conflitos escondidos nas relações e a importância de trazer isso à tona para melhor ser

A tradução em dança dos textos da escritora se deu de forma muito abrangente. Possibilitando assim um percurso imaginário de vários momentos do recorte de uma vida.

A luz na cenografia.

Muitas das composições de luzes para o espetáculo tiveram como base os objetos. Com forma pesada e bem extruturada, trouxe a narrativa da luz muitas possibilidades. Inclusive de explorar a leveza e as possibilidades de luzes e sombras produzidas pelos próprios objetos, hora estáticos, hora em movimento.

Contraste.

O renascimento da fenix e a troca de pele. O contraste com o escuro em foco. O negativo que vai embora.

O escuro revelador. Contraste da massa de luz escura com o detalhe em luz clara. Os conflitos que buscam um suave recomeço. A cortina do fundo iluminada , agora compõe a cenografia do espaço como um ambiente cotidiano.

Para o desenho foram utilzados 79 aparelhos entre convencionais e robóticos. O desenho se apresenta de forma simples. Mas com muito cuidado na escolha da fotografia de cada cena. Critérios estes revelados durante os ensaios com os bailarinos, conversas com diretor e diversas experimentações no 3D.

O auxílio desta ferramenta de iluminação (software de controle de iluminação Grand MA) possibilita um rascunho em 3D da iluminação em tempo real, quase materializando (cores, intensidade, posições, gobos, efeitos e todos parâmetros conhecidos) o que antes ficava restrito ao campo das idéias.

Na foto do ensaio Julia Maria assistente de iluminação faz um check list nas cenas do espetáculo.

Este processo de composição das luzes para o espetáculo Mira e Anda foi composto 70% no 3D e levado a cena com muita precisão. Está forma de realizar a gravação do espetáculo, através deste potente software de iluminação, também possibilita fazer ajustes rápidos mesmo com aparelhos diferentes do desenho original, permanecendo assim o conceito da iluminação independente da marca dos equipamentos utilizados.

Gostaria de agradecer aqui a Xuxa do "Projeto X light" (grupo de estudos básicos sobre o software MA2), Sérgio Antônio, Jarbas Goudard e Caetano Vilela pela inspiração (aprendo muito observando suas luzes) Guilherme Bonfante por me ensinar a investigar e experimentar ao máximo durante os ensaios, Rustang Carriho pelo seu cenário simples e extremamente funcional e a todos os artistas envolvidos neste belo trabalho.

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