STIFTERS DINGE - uma experiência sonora - cênica - visual - MIT-Sp 2015

Desde o momento que entrei no teatro até hoje, estou refletindo o que me desloca quando lembro das imagems das máquinas e computadores executando um labor artístico com tamanha precisão e conteúdo filosófico. Seu trabalho elaborado, certamente teve o empenho de muitos profissionais de diferentes áreas da tecnologia e informática regidos por um artísta que me impressionou muito. Heiner Goebbels. Além de audacioso em nos apresentar somente a tecnologia como resultado do porcesso artístico, nos coloca numa fronteira onde as experiencias visuais e acustitas produzem narrativas e paisagens organicas.

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Direção: Heiner Goebbels

Produtor: Theatre Vidy-Lausanne

Ficha técnica (apresntação no MITsp - 2015)

Concepção, música e direção: Heiner Goebbels

Cenografia, iluminação e vídeo: Klaus Grünberg

Colaboração musical e programação: Hubert Machnik

Espaço sonoro: Willi Bopp

Assistente: Matthias Mohr

Sinopse

O espetáculo é uma instalação sonora e imagética que experimenta o cruzamento das artes visuais com a música erudita contemporânea. Uma composição para cinco pianos sem pianista, uma peça sem atores, uma performance sem performers. Inspirado na obra do artista austríaco Adalbert Stifter (1805-1868).

Histórico

Heiner Goebbels é um diretor e compositor alemão nascido em 1952, na cidade de Neustadt, e radicado em Frankfurt. Seu trabalho desconstrói convenções do teatro, da música e da ópera. Estudou filosofia e musica em Frankfurt e iniciu como compositor incidental no Linksradikales Blasorchester, banda politicamente engajada nos anos 1970. No fim daquela década, fomou um duo com Alfred Harth (1976–1988), depois integrou o trio de rock Cassiber (1982–92), enquanto, em paralelo, trabalhava com músicas para cinema, teatro e balé. Já no início da carreira, tratou de integrar a experiência teatral e a musical, unindo textos de Søren Kierkegaard, T. S. Eliot, Samuel Beckett e Heiner Müller a músicas clássicas e de artistas como Prince e Beach Boys.

Em meados dos anos 1980, começou a criar e dirigir audiopeças e concertos cênicos – parte deles em colaboração com o dramaturgio Heiner Müller –, como Die Befreiung des Prometheus (1991) e Wolokolamsker Chaussee (1989). Em 2008, estreou sua primeira ópera, Landschaft mit entfernten Verwandten. Participou da Documenta X em Kassel (1997), criou instalações sonoras para o Centro Pompidou (2000) de Paris e a instalação performática Stifters Dinge (2007). Foi indicado ao Grammy Awards em 2001 e 2004.

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